A consciência política de um indivíduo revela o modo como ele reage às situações diárias de enfrentamento. Mostra o quão preparado está para, diante das adversidades, reagir de modo firme e sensato ou, como a grande maioria, se afugentar em alguma desculpa esfarrapada.
É assim que observo, por exemplo, quando analiso a imaturidade que permeia a tomada de posicionamento em relação a determinado fato. O brasileiro, assim como uma criança mimada, só quer escolher entre o péssimo e o ótimo. Acha que a vida é simplista ao ponto de se resumir somente a essas duas opções, ignorando a complexidade da realidade que muitas vezes nos leva a ter que optar entre o péssimo e o ruim, a escolher o que seria "menos pior".
O segundo turno das eleições demonstrou isso, pois quantas pessoas anularam seus votos porque o candidato que elas consideravam o ideal não conseguiu chegar até aquela fase do pleito.
O momento político deste país também demonstra a mesma verdade: quanta gente prefere não tomar partido - e dar uma de "isentão" - se omitindo quando o Brasil mais necessita de transformações, com o argumento tosco de que as mudanças não restarão do jeito e da forma exata que o Embirrado desejara.
O certo é que quando os que possuem algum discernimento não se posicionam, os tolos, então, têm terreno livre para conquistar, pois estes jamais abrem mão de realizar suas asneiras; enquanto os primeiros permanecem em uma crise de puberdade, batendo o pé indignadozinhos por não poderem escolher o que ou aquele que gostariam, os segundos, no auge de sua idiotice, não são tão exigentes e fazem questão de expor suas decisões estúpidas, impondo as consequências desastrosas de suas opções a todos enquanto se gabam muito mais pelo objeto de sua preferência do que por sua real eficácia.
Não é à toa, portanto, que as pessoas no dia a dia preferem adiar suas decisões, fugir de seus dilemas, nunca confrontar alguém ou a si mesmas, já que todas essas atitudes exigem do agente uma tomada de decisão na qual as opções não são as ideais, mas as reais.
Se não foi adquirida maturidade suficiente para gerenciar as adversidades cotidianas, é impossível esperar que se tenha o mínimo de sensatez na hora de exercer o civismo. Seria o mesmo que se achar um grande dançarino sem nem ainda ter aprendido a andar direito.
Assim, se esta Republiqueta continua, através das décadas, estagnada no tocante à qualidade de gestão, a pergunta é: quem são os culpados?! Tenho certeza que os isentos embirrados têm muito mais a prestar contas do que os ignorantes, pois já dizia o texto bíblico: "a quem mais é dado, mais será cobrado".
O certo é que quando os que possuem algum discernimento não se posicionam, os tolos, então, têm terreno livre para conquistar, pois estes jamais abrem mão de realizar suas asneiras; enquanto os primeiros permanecem em uma crise de puberdade, batendo o pé indignadozinhos por não poderem escolher o que ou aquele que gostariam, os segundos, no auge de sua idiotice, não são tão exigentes e fazem questão de expor suas decisões estúpidas, impondo as consequências desastrosas de suas opções a todos enquanto se gabam muito mais pelo objeto de sua preferência do que por sua real eficácia.
Não é à toa, portanto, que as pessoas no dia a dia preferem adiar suas decisões, fugir de seus dilemas, nunca confrontar alguém ou a si mesmas, já que todas essas atitudes exigem do agente uma tomada de decisão na qual as opções não são as ideais, mas as reais.
Se não foi adquirida maturidade suficiente para gerenciar as adversidades cotidianas, é impossível esperar que se tenha o mínimo de sensatez na hora de exercer o civismo. Seria o mesmo que se achar um grande dançarino sem nem ainda ter aprendido a andar direito.
Assim, se esta Republiqueta continua, através das décadas, estagnada no tocante à qualidade de gestão, a pergunta é: quem são os culpados?! Tenho certeza que os isentos embirrados têm muito mais a prestar contas do que os ignorantes, pois já dizia o texto bíblico: "a quem mais é dado, mais será cobrado".

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