sábado, 21 de novembro de 2015

Ahh, se a Igreja entendesse!



Os fiéis teriam muito mais êxito e crescimento na Graça se realmente investissem sua energia em sincera e profunda reflexão na Verdade, colocando-se em total sujeição ao espírito do Evangelho e, consequentemente, buscando e encontrando, como consequência natural de seu exercício, suas respostas provisionais.

Entretanto, ao invés disso, preferem se extravasar nas vãs campanhas religiosas realizadas nos ambientes institucionais das igrejas, sendo estas praticadas para fins de "libertação" ou para consecução de certos "favorecimentos" de um deus totalmente subjugado e direcionado pela vontade humana.

Desse modo, posso afirmar que todo esse emaranhado é precedido por uma vaidade pérfida, disfarçada de "vontade" ou "sonho" ou "promessa" de Deus, que se estabelece no coração exclusivamente interesseiro do crente atual.

A percepção nítida da vida de Jesus como único modelo de prática e vida nesta existência que agrada ao Criador, e que suporta com firmeza as imprevisibilidades do cotidiano, foi totalmente afastada pelo líderes nefastos. Tudo o que restou foi a fragilidade escancarada de pessoas que cultuam a um deus que não conhecem; tudo o que sabem a respeito desse deus é o que seus rituais, ensinados pelo adestramento evangélico, dizem.

É o "incontradito" modelito gospel, no tempo em que a superficialidade é a principal regra caracterizadora dos cristãos!

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