Os fiéis teriam muito mais êxito e crescimento na Graça se
realmente investissem sua energia em sincera e profunda reflexão na Verdade,
colocando-se em total sujeição ao espírito do Evangelho e, consequentemente,
buscando e encontrando, como consequência natural de seu exercício, suas
respostas provisionais.
Entretanto, ao invés disso, preferem se extravasar nas vãs
campanhas religiosas realizadas nos ambientes institucionais das igrejas, sendo
estas praticadas para fins de "libertação" ou para consecução de
certos "favorecimentos" de um deus totalmente subjugado e direcionado
pela vontade humana.
Desse modo, posso afirmar que todo esse emaranhado é
precedido por uma vaidade pérfida, disfarçada de "vontade" ou
"sonho" ou "promessa" de Deus, que se estabelece no coração
exclusivamente interesseiro do crente atual.
A percepção nítida da vida de Jesus como único modelo de
prática e vida nesta existência que agrada ao Criador, e que suporta com
firmeza as imprevisibilidades do cotidiano, foi totalmente afastada pelo
líderes nefastos. Tudo o que restou foi a fragilidade escancarada de pessoas
que cultuam a um deus que não conhecem; tudo o que sabem a respeito desse deus
é o que seus rituais, ensinados pelo adestramento evangélico, dizem.
É o "incontradito" modelito gospel, no tempo em
que a superficialidade é a principal regra caracterizadora dos cristãos!
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