Todas essas mecânicas extremamente adornadas e complexas
denominadas atualmente de "visão ministerial" ou "mover
apostólico" não passam de invenções que obscurecem a prática do Evangelho;
esses sistemas são criados com base em metáforas e alegorias, que somente são
decifráveis pelos devaneios da mente dominativa desses pseudomestres. Sempre
se utilizando da inclinação que as pessoas têm pela novidade, inventam seus
próprios modelos supostamente revelados que dão os fundamentos do novo
"mover".
A verdade é que, de maneira absoluta, a inteireza dos
dilemas da existência humana foi resolvida de modo muito simples por Jesus.
Simplicidade prática, deveras profunda e eficaz em conteúdo; entretanto simples
em forma para que pudesse ser executada por qualquer um que para tanto se
dispusesse.
Contudo, as pessoas gostam mais dos enfeites, das pomposidades.
E os mestres mal intencionados, sabedores disso, recriam e reinventam as
soluções, em suas "metáforas espirituais" e falácias, como se
tivessem descoberto aquilo que, para eles, possivelmente nem mesmo o próprio
Jesus compreendeu e, por isso, talvez não tenha ensinado como modelo.
Jesus e suas soluções práticas, sem viagens
misticistas/exotéricas, foi rejeitado por ser muito simples "de
forma". Do mesmo modo, quem ensina o simples, porém eficaz modelo de vida
de Jesus, lendo e praticando o que está nos Evangelhos, sem essas construções
mal coladas, tipo um "Frankenstein", também
é abruptamente ignorado.
É assim que foi; é assim que é e que sempre será! Mas, ainda
assim, cabe a pergunta: Não seria bem mais fácil apenas seguir o que foi
plenamente ensinado e demonstrado, concretamente e de modo simples, pela vida
do Mestre como forma de enfrentamento eficiente das eventualidades da
existência?!
Responda sinceramente e faça o que sua consciência julgar
correto - mas saiba que não se pode fugir das consequências de um juízo mal
efetuado.
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